Georgia Tech e o reposicionamento das estratégias de empregabilidade

Natália Collor

As estratégias de empregabilidade da Georgia Tech começaram gradualmente. Até 2013, a Instituição atuava com dois setores distintos. Eram eles a Divisão de Prática Profissional e os Serviços de Carreiras. E ainda que os setores tivessem consonância, suas práticas de empregabilidade ainda estavam desconectadas.

O contexto da Georgia Tech

Por exemplo, o setor de aprendizado experiencial usava um sistema próprio. Este proporcionava pouca flexibilidade de customização e não agilizava muitos dos processos manuais. Estando, assim, distante de práticas essenciais às estratégias de empregabilidade.

Por outro lado, o setor de serviços de carreiras vinha usando o CSM da Symplicity desde 2007. O objetivo era fim de gerenciar anúncios de empregos. Bem como outras atividades relacionadas à empregabilidade e preparação profissional dos estudantes..

Os setores e práticas, então, se uniram dando origem ao Centro de Descoberta e Desenvolvimento de Carreiras (C2D2). Entre diversas análises e estratégias, o setor de aprendizado experiencial comparou os dois sistemas existentes. Por fim, decidindo adotar a solução da Symplicity como a principal do novo setor. “Nós vimos muita funcionalidade e facilidade de uso”, disse Scott Green, Especialista em Suporte de Tecnologia da Informação no C2D2. “Foi o que mais gostamos no CSM.”

Quer saber mais sobre empregabilidade? Baixe o e-book 5 motivos para considerá-la um diferencial estratégico da sua IES

Estratégias de empregabilidade baseadas em dados e acompanhamento

O Centro de Descoberta e Desenvolvimento de Carreiras também usa a Symplicity para outras atividades. Entre estas, acompanhar estágios e progressos dos estudantes no sistema. As atividades contempladas no processo incluem estágios de aprendizado experiencial. Também incluem entrevistas no campus, agendamento de sessões de aconselhamento e informações sobre frequência.

Ainda, a equipe extrai relatórios da Symplicity para entender como modificar suas atividades e quais serviços deveriam prestar para melhor assistir os alunos.

O setor também usou dados de CSM para compilar um relatório anual de serviços de carreiras. Ele foi publicado online e compartilhado internamente com dois objetivos em mente – criar relações com outros departamentos do campus e fazer parcerias com funcionários e conselheiros para alavancar todos os módulos do CSM.

A ideia é conectar a central de carreiras às demais estratégias da IES.

Os resultados obtidos

Após a criação do setor C2D2, eles começaram a customizar sua nova plataforma para agilizar alguns dos processos que tinham. O setor de serviços de carreiras usava um sistema ultrapassado e muito manual para gerenciar inscrições de empregadores e estudantes em feiras de carreiras.

O setor começou a usar o módulo Career Fair 2.0 para aperfeiçoar todo o processo de feiras. Os diretores do C2D2 também começaram a promover o Career Fair 2.0 junto aos departamentos acadêmicos que organizavam as feiras para que eles o usassem.

Ao fazer os acadêmicos usar o módulo 2.0, o C2D2 obteve uma maior visibilidade para as feiras de carreiras, e os estudantes começaram a ver na Symplicity sua plataforma completa para feiras de carreiras no campus.

Leia também:
:: London Business School: conheça a experiência da IES com empregabilidade

:: Symplicity adquire a Contratanet: como isso impactará o mercado?

Deixe um Comentário